Ir al menú de navegación principal Ir al contenido principal Ir al pie de página del sitio

Transformando Espacios Públicos a través del Mobiliario Urbano de Código Abierto: Resultados y Aportes Estratégicos

Transforming Public Spaces through Open-Source Urban Furniture: Results and Strategic Contributions




Sección
Artículos

Cómo citar
Carvalho Gomes, M. ., & Ferreira Colchete Filho, A. (2024). Transformando Espacios Públicos a través del Mobiliario Urbano de Código Abierto: Resultados y Aportes Estratégicos. Procesos Urbanos, 11(2). https://doi.org/10.21892/2422085X.722

Dimensions
PlumX
Licencia
Mayara Carvalho Gomes
Autor
Antonio Ferreira Colchete Filho
Autor

Mayara Carvalho Gomes,

Arquiteta e Urbanista, Mestre em Ambiente Construído, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Brasil.


Antonio Ferreira Colchete Filho,

Arquiteto e Urbanista (UFRJ), Doutor em Ciências Sociais (UERJ), Professor Titular da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Brasil.


El objetivo de este trabajo es analizar la expansión de las estrategias colaborativas con foco en el llamado mobiliario urbano de código abierto (Open-Source). La metodología utilizada tiene en la revisión de la literatura su principal apoyo al revisar cuatro casos de referencia. Se verifica que existe el estímulo para (re)activar los espacios urbanos a través de la construcción de mobiliario personalizado, fácil de ejecutar, replicable y económicamente accesible, pero se destaca la necesidad de abordar temas relacionados con la sostenibilidad, la estandarización, la documentación y la documentación de dos proyectos. Se concluye que la tipología es prometedora y puede incrementarse con la optimización de criterios que aseguren mayor eficiencia y sostenibilidad a los procesos.


Visitas del artículo 200 | Visitas PDF 125


Descargas

Los datos de descarga todavía no están disponibles.

Águas, S. (2012). Do design ao co-design: Uma oportunidade de design participativo na transformação do espaço público. On The W@Terfront, 22, 57-70. Disponível em https://revistes.ub.edu/index.php/waterfront/article/view/18783. Acesso em 13 jul. 2023.
Anderson, C. (2012). Makers: The new industrial revolution. Crown Business. Disponível em https://www.crownpublishing.com/our-books/makers/. Acesso em 13 jul. 2023.
Avital, M. (2011). The generative bedrock of Open design. In Open design Now (pp. 48-58). Amsterdã. Disponível em http://opendesignnow.org/index.php/article/the-generative-bedrock-of-open-design-michel-avital/. Acesso em 13 jul. 2023.
Binnekamp, R., Van Gunsteren, L. A., & Van Loon, P.-P. (2006). Open design: A stakeholder-oriented approach in architecture, urban planning, and project management. IOS Press. Disponível em https://www.iospress.nl. Acesso em 13 jul. 2023.
Boisseau, É., Omhover, J.-F., & Bouchard, C. (2018). Open-design: A state of the art review. Design Science, 4(3), 1-44. Disponível em https://www.cambridge.org/core/services/aop-cambridge-core/content/view/95F20761B4BB6466358E007AE51DE1ED/S2053470117000257a.pdf/div-class-title-open-design-a-state-of-the-art-review-div.pdf. Acesso em 13 jul. 2023.
Bonsiepe, G. (2012). Design como prática de projeto. Blucher.
Bradley, K. (2015). Open-source urbanism: Creating, multiplying and managing urban commons. Footprint, 9(1), 91-108. Disponível em https://journals.open.tudelft.nl/footprint/article/view/901/1065. Acesso em 13 jul. 2023.
Brenner, N. (2016). Seria o "urbanismo tático" uma alternativa ao urbanismo neoliberal? E-Metropolis: Revista eletrônica de estudos urbanos e regionais, 27(7), 8-18. Tradução por Pedro Paulo Machado Bastos. Disponível em http://emetropolis.net/artigo/201?name=seria-o-urbanismo-tatico-uma-alternativa-ao-urbanismo-neoliberal. Acesso em 23 out. 2023.
Carmona, M. (1985). Le Mobilier urbain. Paris.
Cidade, Colab (org.). (2021). E-book Colab Cidade. Disponível em: https://www.colabcidade.com/ebook.html. Acesso em: 15 mai. 2023.
Colchete Filho, A. F. (2003). A Praça XV como lugar central da cidade: O projeto do espaço público através da imaginária urbana (1789, 1894 e 1999) (Tese de Doutorado). Curso de Pós-Graduação em Ciências Sociais, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Rio de Janeiro.
Colchete Filho, A. F. (2008). Praça XV - Projetos do espaço público. Rio de Janeiro: 7 Letras.
Colchete Filho, A. F., Costa, L. M. S. A., Giese, J. V., Jesus, K. D. de, & Costa, F. A. (2020). Mobiliário urbano e significação da vida na cidade. In S. M. Benini & G. B. Pasquotto (Orgs.), Projetos e intervenções na cidade contemporânea. 141-153. Capítulo 7. Tupã: ANAP. Disponível em: https://www.estantedaanap.org/product-page/projetos-e-intervenções-na-cidade-contemporânea. Acesso em: 8 jun. 2024.
Creus, M. Q. (1996). Espacios, muebles y elementos urbanos. Barcelona: Gustavo Gili.
De La Llata, S. (2015). Open-ended urbanisms: space-making processes in the protest encampment of the indignados movement in Barcelona. Urban Design International, 21(2), 113-130. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1057/udi.2015.17. Acesso em: 15 mai. 2023.
Dibona, C., Ockman, S., & Stone, M. (Eds.). (1999). Open sources: voices from the open-source revolution. [S. l.]: O'Reilly Associatives.
Dougherty, D. (2012). The Maker Movement. Innovations: Technology, Governance, Globalization, 7(3), 11-14. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1162/inov_a_00135. Acesso em: 15 mai. 2023.
Eboli, P. C. (2019). O Urbanismo Tático e seus limites políticos. Revista Políticas Públicas & Cidades, 7(1), 50-62. Disponível em: http://dx.doi.org/10.23900/2359-1552v7n104. Acesso em: 15 mai. 2023.
Finn, D. (2014). DIY urbanism: implications for cities. Journal Of Urbanism: International Research on Placemaking and Urban Sustainability, 7(4), 381-398. Disponível em: https://doi.org/10.1080/17549175.2014.891149. Acesso em: 15 mai. 2023.
Florida, R. (2012). The rise of the creative class (2. ed.). Nova Iorque: Basic Books.
Fonseca, M. G. P. (2009). Iniciação à pesquisa no direito: pelos caminhos do conhecimento e da invenção. Rio de Janeiro: Elsevier.
Fontes, A. S., Pina, J. P., & Paiva, L. M. (2021). Urbanismo Tático X Ações para transformar cidades. Rio de Janeiro: Editora Ufrj.
García, S. M. P. (2018). Open source in urban planning and architexture: experiences and guidelines from traditional cultures, participatory processes and computer science. International Journal Of Architectural Research: ArchNet-IJAR, 12(2), 24. Disponível em: http://dx.doi.org/10.26687/archnet-ijar.v12i2.1514. Acesso em: 13 mai. 2023.
Gehl, J. (2013). Cidade Para Pessoas (2. ed.). São Paulo: Perspectiva.
Gomes, M. C. (2023). O mobiliário urbano open-source: contribuições e estratégias para os espaços públicos (Dissertação de Mestrado). Programa de Pós-Graduação em Ambiente Construído, Universidade Federal de Juiz de Fora. Disponível em https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/16697.
Gomes, M. C., & Colchete Filho, A. F. (2023a). Mobiliário urbano de código aberto: Estímulo para projetos colaborativos. Gestão & Tecnologia de Projetos, 18(1). Disponível em: https://www.revistas.usp.br/gestaodeprojetos/article/view/206475/197526. Acesso em: 8 jun. 2024.
Gomes, M. C., & Colchete Filho, A. F. (2023b). Mobiliário urbano de código aberto (Open Source): Uma nova abordagem colaborativa para o espaço público. Scientific Journal ANAP, 1(3). Disponível em: https://publicacoes.amigosdanatureza.org.br/index.php/anap/article/view/3855. Acesso em: 8 jun. 2024.
Heemann, J., & Santiago, P. C. (2015). Guia do espaço público: para inspirar e transformar. [S. l.]: Sem Editora. Disponível em: http://www.Placemaking.org.br/home/wp-content/uploads/2015/03/Guia-do-Espa%C3%A7o-P%C3%BAblico1.pdf. Acesso em: 17 ago. 2023.
Jacobs, J. (2011). Morte e vida de grandes cidades (3. ed.). São Paulo: Editora WMF Martins Fontes.
Ladera, T. D. (2012). Personal Fabrication: fab labs as platforms for citizen-based innovation, from microcontrollers to cities. Nexus Network Journal, 14(3), 457-468. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1007/s00004-012-0131-7. Acesso em: 13 mai. 2023.
Laurent, A. M. S. (2004). Understanding Open source and Free Software Licensing. Sebastopol: O’Reilly.
Menezes, M. (2021). O azulejo como oportunidade cocriativa para (re)invenção do espaço público. Cidades: Comunidades e Territórios, 42, 73-97. Disponível em: https://journals.openedition.org/cidades/3904. Acesso em: 13 abr. 2023.
Montenegro, G. N. (2014). Uma cidade para pessoas: funcionalidade, racionalidade e emotividade nas relações mobiliário urbano, espaço público e cidadãos (Tese de Doutorado). Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN.
Mourthé, C. (1998). Mobiliário urbano. Rio de Janeiro: 2Ab Editora.
Nogueira, P. C. E. (2017). Urbanismo tático e intervenções urbanas: aderências e deslizamentos. Arcos Design, Edição Especial, 89-101. Disponível em: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/arcosdesign. Acesso em: 20 dez. 2023.
Nogueira, P. C. E., & Portinari, D. B. (2016). Urbanismo tático e a cidade neoliberal. Arcos Design, 9(2), 177-188. ISSN: 1984-5596. Disponível em: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/arcosdesign. Acesso em: 20 dez. 2023.
Obregon, R. de F. A. (2017). Perspectivas de pesquisa em design: estudos com base na revisão sistemática de literatura. Deviant.
Pereira, R. (2012). Tipologia arquitetônica e morfologia urbana. Uma abordagem histórica de conceitos e modelos. Arquitextos, São Paulo, 13(146.04). Disponível em: https://vitruvius.com.br/index.php/revistas/read/arquitextos/13.146/4421. Acesso em: 20 ago. 2024.
Raymond, E. S. (1999). The Cathedral and the Bazaar: musings on linux and open-source by an accidental revolutionary (2. ed.) Estados Unidos: O’Reilly & Associates.Rogers, R. (2001). Cidades para um pequeno planeta. Barcelona: Gustavo Gili.
Sá, A. I. de. (2015). Urbanismo entre pares: cidade e tecnopolítica (Dissertação de Mestrado). Escola de Arquitetura da UFMG, Belo Horizonte, MG.
Sanders, E. B.-N.; Stappers, P. J. (2008). Co-creation and the new landscapes of design. Codesign, 4(1), 5-18. Disponível em: https://doi.org/10.1080/15710880701875068. Acesso em: 13 abr. 2023.
Sansão Fontes, A. (2011). Intervenções temporárias, marcas permanentes: apropriações, arte e festa na cidade contemporânea. Rio de Janeiro: Casa da Palavra.
Stallman, R. (1999). The GNU Operating System and the Free Software Movement. In C. Dibona, S. Ockman, & M. Stone (Eds.), Open sources: voices from the open-source revolution. [S.l.]: O’Reilly Associatives.
Van Uffelen, C. (2010). Street Furniture. [S. l.]: Braun Publishing.